terça-feira, 30 de agosto de 2011

Departamento de zumbis e morcegos

Quando tudo começou para mim... 
Era tudo vivido a noite 
Parecia que o fosso do prédio 
Me puxava 
Me adormecia 
Era sonos de solidão sem causa 
Que não se cansavam em se perpetuar por parte da madrugada 
E me tomar todo o dia 
Acordava 
Comia 
Quando saía... 
O céu era preto 
Preto, Negro, Gris 
E vinha: o que eu fiz? 
Nada, nada... 
Como aquilo me deprimia 
Por mais notívago 
A existência do prazer noturno 
Ta em ver a passagem do dia 
Passagem da qual, eu não via 

Relógio Biológico de nórdico 
De pensar 6 meses viver essa loucura 
Tortura... 
Agora amanhece, tomo meu café, leio o jornal e caio na rua. 
Poesia de Buenos Aires está em ver a vida nas praças e nas ruas. 
Vira avenida 
Bate o sol que banha mas não queima 
No frio que não gela, mas só casaco segura a mazela 
Que bela, passagem do relógio ruge
E logo, vem a noite na cabidela

Boliches porteños, meu dia seguinte já se foi outra vez pra cela. 

Nenhum comentário:

Postar um comentário